Tu não tem um problema de inteligência artificial. Tu tem um processo que ninguém mediu.
A gente escolhe o processo que mais incomoda a tua operação, aplica IA nele e mede o antes e o depois em duas semanas. Na Bellenzier Pneus, a análise de anúncios caiu de 3 a 4 horas para 15 a 30 minutos.
45 minutos, online. Tu sai com o processo candidato identificado e o próximo passo definido.
Se isso soa familiar, o problema não é teu.
“A gente assinou as ferramentas.”
Duas, três, às vezes mais. A fatura chega todo mês.
“O time usa, mas usa por cima.”
Pergunta uma coisa aqui, gera um texto ali. Cada um do seu jeito.
“O relatório continua sendo feito na mão.”
Igual ao ano passado. Só que agora com IA aberta na outra aba.
“Ninguém consegue dizer o que melhorou.”
Não porque não melhorou. Porque ninguém mediu antes.
O erro não foi a ferramenta escolhida. Foi a ordem das decisões.
A maioria das empresas começa perguntando qual IA usar. É a pergunta errada, e ela custa caro porque parece produtiva.
A pergunta que resolve é outra: qual processo vale a pena medir primeiro. Enquanto ninguém responde isso, a ferramenta vira mais uma assinatura e o processo continua igual.
Sem antes, não existe depois. E sem depois, ninguém aprova a próxima etapa.
Caminho comum
- Escolher a ferramenta
- Dar acesso e treinar o time na ferramenta
- Esperar o resultado aparecer
Caminho do método
- Escolher o processo que dói
- Definir o que vai ser medido
- Aplicar IA onde faz diferença
- Comparar o número
Método HUMAN: um processo por vez, duas semanas por ciclo.
O método existe para tirar a decisão do achismo. Ele define qual dor atacar, onde a IA entra sem gerar risco e como o ganho é medido em termos que qualquer pessoa da empresa entende.
A primeira regra é a que mais gente ignora: se não dói, não serve. O processo escolhido precisa ser aquele que o time reclama, atrasa e adia. Processo fácil de automatizar entrega demonstração. Processo que dói entrega resultado.
Qual é a dor real do negócio, não a genérica?
Onde o processo trava, repete ou decide devagar?
Quais informações existem, quais padrões, quais hipóteses?
Onde a IA entra de verdade, com dado real?
O que melhorou, o que piorou, o que precisa de humano no centro?
Duas semanas. Um desafio. Cinco passos que o time roda sozinho depois.
Ver como o método funciona →Bellenzier Pneus: de 3 horas para 15 minutos, num processo só.
O ganho não veio de uma ferramenta nova. Veio de escolher o processo certo, definir o que seria medido e aplicar IA no ponto onde ela pensava no lugar do humano sem gerar risco.
Depois do primeiro ciclo, a equipe rodou os outros sete. É esse o objetivo: capacidade que fica dentro de casa.
Ver os resultados →8 processos documentados, um por ciclo de duas semanas.
Entidades empresariais que já levaram esse trabalho aos associados.
O formato mais comum é co-institucional: a entidade organiza a turma e o Programa é entregue aos associados. Já rodou com a CDL Porto Alegre e está em andamento com a ACICC, em Capão da Canoa.
Por onde começar depende de onde tu trava hoje.
“Meu time não sabe aplicar IA no trabalho.”
Programa de Aceleração com IA. Três encontros, até 40 pessoas, com desafio real do participante resolvido em sala.
Conhecer o Programa →“Tenho um processo travado e preciso resolver.”
Sprints. Um ciclo de duas semanas, um processo, um número comparando antes e depois.
Ver como funciona o sprint →“Preciso de alguém para falar no meu evento.”
Palestras sobre IA aplicada a negócio real, para público empresarial.
Consultar disponibilidade →“Represento uma entidade e quero levar isso aos associados.”
Programa em formato co-institucional, com precedente e material pronto.
Ver como funciona a parceria →O que diz quem já passou pelo Programa.
Nota média 9,76
Nenhum detrator entre 41 respondentes
193 pessoas formadas no formato atual, em turmas realizadas com entidades empresariais do Rio Grande do Sul.
“Coisas que eu nem sonhava que existia. Estou tão empolgada pra usar aqui na empresa. Um curso que é um divisor de águas pra mim.”
Claudia Padoim Bellenzier Pneus · nota 10
Destacou as dinâmicas e a aplicabilidade do que foi trabalhado em sala.
Tiago Langer Jacobus nota 10
Destacou aprender a extrair melhor resultado das IAs no dia a dia.
Lucas Furstenau nota 10
Trinta anos de varejo antes de qualquer conversa sobre IA.
Rafa Wainberg passou três décadas em varejo, franquias e serviços, dentro da operação e não ao lado dela. São mais de 25 anos de relação com a CDL Porto Alegre, onde passou por diretoria e conselho, e hoje aplica IA em processo de PME com o mesmo critério de quem já teve que fechar o mês.
A diferença aparece na primeira reunião. Fornecedor de tecnologia começa pela ferramenta. Quem veio da operação começa perguntando onde o dinheiro e o tempo estão vazando.
Conhecer a trajetória →Vale dizer para quem isso não funciona.
Funciona bem para
- PME de varejo e serviços, tipicamente de 30 a 200 pessoas
- Empresa com processo definido, mesmo que lento
- Time que participa do trabalho e quer aprender a rodar sozinho
- Entidade empresarial que quer levar formação aos associados
Não funciona para
- Negócio pré-receita, ainda validando o que vende
- Empresa sem processo definido, onde não há antes para medir
- Quem quer conteúdo para assistir, sem aplicar em processo real
- Quem quer entregar tudo para fora e não envolver a equipe
Antes da IA existe uma decisão.
A ferramenta é a parte fácil. O que trava a maioria das empresas é escolher onde aplicar primeiro, e ter coragem de medir.
- Entender como a tua operação funciona hoje e onde ela trava
- Identificar o processo candidato ao primeiro ciclo
- Definir o próximo passo, com ou sem a gente
45 minutos, online, sem compromisso de contratação.
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